Academia de Música de Telheiras

Apresentação

academia_musica_apresentacaoA Academia de Música de Telheiras nasce da forte convicção de que o ensino da música tem um papel fundamental na formação integral do indivíduo, contribuindo para o desenvolvimento de princípios basilares de cidadania como o sentido de responsabilidade, a disciplina, a solidariedade, o senso crítico, a sensibilidade, a auto-estima e o gosto pelas actividades culturais.

Desde a sua criação em 2005, a Academia de Música de Telheiras tem sido orientada pedagogicamente no sentido de proporcionar aos seus alunos condições privilegiadas para o seu desenvolvimento artístico, quer através da adopção de programas aliciantes e ao mesmo tempo exigentes, quer através da manutenção de um corpo docente empenhado e experiente.

Os seus conteúdos programáticos são definidos de acordo com os critérios exigidos pela Associated Board of the Royal Schools of Music (ABRSM), um organismo reconhecido internacionalmente na atribuição de diplomas na área da música (consultar www.abrsm.org).

Com instalações modernas, a Academia de Música de Telheiras beneficia de diversas salas equipadas com meios audiovisuais que complementam de uma forma lúdica o ensino da música, uma ludoteca onde os alunos podem usufruir da leitura e audição de conteúdos multimédia, bem como um estúdio de gravação onde são gravados e produzidos os CD’s com as obras interpretadas pelos alunos nas audições realizadas durante o ano.

Cursos / Instrumentos

Música Para Bebés

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Destinados a bebés e crianças até aos 36 meses, estes workshops pretendem estimular no bebé alguns dos elementos básicos da música: melodia, ritmo e expressividade.

Com linguagens atractivas, fomentam-se experiências que estimulam e despertam a curiosidade dos bebés. Pela importância que a Primeira Infância tem no desenvolvimento do edifício emocional de todo o indivíduo, estes workshops revelam-se de grande interesse para bebés e crianças, abrindo novos caminhos à aprendizagem.

Com um tapete recheado de almofadas, lenços e outros objectos que captem a atenção do bebé e uma série de melodias, cantigas, ritmos e movimentos para provocar as crianças para a música e para a interacção com os restantes elementos do grupo reunido no tapete: orientadores, pais e outros bebés, o resultado é surpreendente: há os que repetem os sons que ouvem, os que se agarram aos pais, os que fogem, os que correm para o centro do tapete, os que, tímidos, observam a vocalizações dos orientadores…

Estes workshops decorrem em várias sessões aos sábados de manhã.

 

Expressão Musical (dos 3 aos 5 anos)

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A expressão musical assenta num trabalho de exploração de sons e ritmos, que a criança produz e explora espontaneamente e que vai aprendendo a identificar e a produzir, com base num trabalho sobre os diversos aspectos que caracterizam os sons: intensidade (fortes e fracos), altura (graves e agudos), timbre (qualidade/natureza do som), duração (sons longos e curtos), chegando depois à audição interior, ou seja, a capacidade de reproduzir mentalmente fragmentos sonoros.

A expressão musical está intimamente ligada à educação musical que se desenvolve, na educação, em torno de cinco eixos fundamentais: escutar, cantar, dançar, tocar e criar.

 

Iniciação Musical (dos 6 aos 9 anos)

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As aulas de iniciação musical destinam-se a alunos que frequentam o 1º ciclo do ensino básico e privilegiam a prática coral e a realização de actividades como a dança e jogos musicais que desenvolvem o sentido rítmico e melódico. Paralelamente, o uso de instrumental Orff (xilofones, pandeiretas, sinos, clavas, pratos, etc.) é fundamental para o desenvolvimento de competências musicais nestas idades. Apresenta os seguintes objectivos:

  • Desenvolver nos alunos o prazer pela prática musical;
  • Desenvolver competências ao nível da criatividade, audição, leitura e escrita musical;
  • Desenvolver capacidade de concentração;
  • Desenvolver competências ao nível da memorização;
  • Promover a coordenação motora;

Formação Musical (dos 9 aos 99 anos)

Na Formação Musical o aluno inicia um ciclo de aprendizagem dividido por níveis que o levará a um grau de conhecimento da música mais aprofundado.

É introduzida de uma forma sistemática e definitiva a linguagem musical no seu sentido mais estrito para que o aluno possa ler e escrever “música”, ganhando progressiva autonomia neste domínio.

Não se trata apenas de aprender os símbolos que compõem a notação musical mas, acima de tudo, o desenvolvimento e amadurecimento da capacidade de interpretação dos mesmos, com todos os aspectos inerentes, sejam a harmonia, a dinâmica, a forma, a estética, etc.

As aulas de Formação Musical encontram-se divididas por níveis (1 a 8) sendo importante a realização de um exame para apurar o grau de conhecimentos do aluno de forma a canalizá-lo para uma turma de nível correspondente.

 

Coro (dos 6 aos 99 anos)

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A prática vocal está no centro da aprendizagem musical ao longo do 1º ciclo. Desta forma, cantar constitui a base da expressão e educação musical neste ciclo de estudos. Sendo a voz um dos instrumentos principais a utilizar pelas crianças, o trabalho a desenvolver deve direccionar-se para o seu incremento através do canto a uma ou a mais vozes, à cappela e com acompanhamento instrumental.

Através do repertório nacional e estrangeiro adoptado, o aluno descobre as suas preferências de forma crítica e objectiva, não se deixando levar pelo que lhe impõe os media, valorizando as sua raízes e tradições. Além disso, o Canto Coral desenvolve as qualidades imprescindíveis ao exercício da cidadania, pondo em prática o objectivo maior da educação, a socialização e a integração do indivíduo na sociedade.

 

Piano (clássico ou jazz)

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Guitarra Clássica

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O programa de guitarra clássica baseia-se numa selecção de estudos e peças de entre os recomendados pela ABRSM para os diferentes graus de ensino.

Sempre que possível e/ou quando for considerado pertinente para a evolução ou motivação do aluno, serão trabalhados outros temas, nomeadamente de outros géneros musicais.

Subjacente ao domínio do repertório referido, está a prática e a apropriação de técnicas, de conceitos e da notação musical, que vão facilitar e potenciar o desenvolvimento da acuidade auditiva e a compreensão do que está a ser executado.

 

 

Violino

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Violoncelo

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Flauta Transversal / Bisel

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Clarinete

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Saxofone

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Canto

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O estudo do canto contribui consideravelmente para o desenvolvimento do indivíduo como um todo. O acto de cantar implica a utilização simultânea de um sem número de competências essenciais, cuja utilização transcende sobejamente o mundo da música.

As aulas de canto estimulam a concentração, coordenação, capacidade de memorização, autodisciplina, pensamento crítico, autoconfiança e a capacidade de trabalhar em grupo.

O canto desenvolve ainda hábitos de boa postura e respiração. Assim como foca aspectos musicais chave: afinação, ritmo, dinâmica, timbre, altura melódica e forma.

Uma vez superadas as dificuldades técnicas o cantor deve ainda utilizar a sua sensibilidade, criatividade e espírito crítico para produzir música e não apenas sons acéticos e desprovidos de alma.

No fundo, cantar, mais não é que uma forma nobre e complexa de comunicar que simultaneamente nos ajuda e apoia em muitos outros aspectos da vida.

 

Guitarra Eléctrica

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As aulas de guitarra eléctrica vão de encontro aos gostos pessoais do aluno o qual é incitado a escolher temas musicais da sua preferência, com o apoio do professor no que diz respeito ao grau de dificuldade e às limitações do instrumento.

Por outro lado, são introduzidos temas que explorem diferentes abordagens e técnicas, com o objectivo de enriquecer os conhecimentos de música em geral e da guitarra em particular.

A familiarização crescente com sistemas de notação e conceitos musicais, bem como a prática regular da improvisação e do arranjo fazem parte integrante do programa, contribuindo para um mais amplo domínio do instrumento e para o desenvolvimento da “linguagem” pessoal do aluno.

 

Baixo Eléctrico

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Bateria

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As aulas de bateria baseiam-se em três patamares: técnica, leitura e musicalidade. A abordagem desses diferentes níveis é feita ao ritmo do aluno sendo que este terá sempre a necessidade de explorar mais e mais. Esse é o grande desafio. Saber que quanto mais se aprende mais se quer aprender.

Dito isso as aulas de bateria abordam os aspectos técnicos inerentes à bateria, a coordenação e independência, a capacidade de improvisar e finalmente, a capacidade de ler música.

O grande objectivo não é saber tocar bateria. É saber tocar música.

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Classe de Conjunto

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Na disciplina de Classe de Conjunto o aluno tem a oportunidade de fazer música em conjunto com os seus colegas pondo em prática os conhecimentos adquiridos nas aulas teóricas e de instrumento.

Além disso, pela interacção com os outros colegas o aluno desenvolve outras capacidades como sejam a percepção do conjunto, o reconhecimento das diferentes vozes de cada instrumento, a assumpção em determinado momento do instrumento solista, a capacidade de improvisação, etc. Por outro lado esta é uma actividade que assume extrema importância no desenvolvimento das relações sociais e humanas já que cada aluno depende dos restantes para que o grupo funcione como um todo, fomentando as relações inter-pessoais de ajuda e respeito mútuo.

Metodologias

Edwin Gordon

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Edwin E. Gordon, professor da Universidade da Carolina do Sul, é um influente investigador, autor, editor e professor no campo da educação musical. Através da extensa investigação, Gordon deu grandes contribuições para o estudo das aptidões musicais, teoria da aprendizagem da música, ritmo e movimento e para o desenvolvimento musical em lactentes e crianças muito pequenas.

Ele é autor de várias obras no campo da educação musical, incluindo “Learning Sequences in Music”, “Skill, Content, and Patterns”, “A Music Learning Theory for Newborn and Young Children and Preparatory Audiation”, “Audiation and Music Learning Theory”.

Gordon continua a apresentar seminários e palestras em todo o mundo que são amplamente publicadas na investigação internacional e revistas profissionais.

Shinichi Suzuki

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O método Suzuki foi desenvolvido por Shinichi Suzuki, no Japão, pouco depois da Segunda Guerra Mundial. O método utiliza a educação musical para enriquecer a vida das crianças consistindo basicamente em fomentar o uso do instrumento de uma forma lúdica, para que a criança se divirta enquanto aprende.

O princípio do método é centrado na criação do mesmo ambiente para aprender música que a criança tem para aprender a sua língua materna. O objectivo é tentar envolver o estudante com a música da mesma forma que ele se envolve com a linguagem quando aprende a falar. O ambiente ideal para tal inclui amor, bons exemplos, elogios, e um determinado tempo de estudo, de acordo com o desenvolvimento do aluno.

Edgar Willems

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Edgar Willems nasceu em Lanaken, na Bélgica, no dia 13 de Outubro de 1890.

A sua incessante busca pela “Flexibilidade orgânica”, acerca da escuta e da sensibilidade auditiva, aliada ao desacordo total com o ensino musical intelectualizado, levam Edgar Willems a desenvolver uma educação musical destinada às crianças.

Em 1934 publica as suas primeiras obras e elabora a suas primeiras conferências que conduzem a um novo olhar sobre a música e permitem que em 1956, o Conservatório de Genebra inicie os seus primeiros cursos de iniciação musical destinados a formar professores.

Este pedagogo definiu bem os objectivos da iniciação musical:

  • Desenvolver na criança o amor pela música e a alegria em praticá-la;
  • Administrar todas as possibilidades para a criança aprender música;
  • Favorecer, mediante a prática musical, o desenvolvimento da criança, pois ao requerer a participação de todo o ser humano (afectivo, sensorial, mental, físico e espiritual) a iniciação musical contribui para o crescimento de todas essas faculdades e, ao harmonizá-las entre si, favorece o desenvolvimento da personalidade humana;

Willems afirma que é indispensável, antes de qualquer prática instrumental que a criança (principalmente se ela não for dotada naturalmente para a música), passe por uma preparação musical. A musicalização infantil é isso: uma preparação musical. Podemos compará-la a alfabetização da escola regular, onde a criança tem o primeiro contacto com o universo da linguagem: conhece as letras, as pronúncias, algumas regras. Na musicalização infantil a criança tem seu primeiro contacto com a linguagem musical: identificação dos sons, imitação de células rítmicas, execução de pequenas melodias através do canto, descoberta de vários instrumentos. Tudo isso de forma lúdica e prazerosa, com muitas brincadeiras para as crianças e muita responsabilidade para nós, professores.

E. Willems afirma em 1970, “a música é hoje considerada quase unanimemente por psicólogos e pedagogos de primeiro plano, como factor indispensável à formação da cultura humana, cultura que consiste no desenvolver de todas as faculdades, particularmente as que têm a base na sensibilidade e nos sentimentos superiores”.

A Academia de Música de Telheiras abraça os princípios reflectidos nestas metodologias, considerando o professor como o elemento chave na escolha das estratégias e métodos a adoptar para obter do aluno aquilo que realmente importa no processo ensino-aprendizagem: a sua motivação!

 

Associated Board of Royal Schools of Music

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A Academia de Música de Telheiras adopta para seus conteúdos programáticos os que são definidos pela entidade internacional ABSRM (Associated Board of Royal Schools of Music). Com mais de 100 anos de experiência e conhecimento da área do ensino da música, a ABRSM é o principal provedor a nível mundial de exames de música e avaliações. Todos os anos, mais de 630.000 candidatos realizam os seus exames em mais de 90 países por todo o mundo.

A ABRSM beneficia da autoridade de quatro dos principais conservatórios do Reino Unido:

Os exames da Associated Board foram concebidos de forma a motivar e encorajar estudantes de todos os níveis. Os exames fornecem aos alunos um marco tangível em direcção ao qual poderão trabalhar, bem como uma série de objectivos específicos. Os estudantes são encorajados a tocar e a experimentar música abarcando uma grande variedade de diferentes estilos e géneros musicais, quer a solo, quer integrados em ensembles. Num conceito amplo de educação musical, os exames da Associated Board são uma ferramenta preciosa, oferecendo um método fiável de avaliação do progresso do desempenho musical de cada estudante.

Para informação mais detalhada sobre a ABRSM, clique aqui.

Professores

piano

Piano

Professor: Tiago Fernandes  |  Naturalidade: Portuguesa  |  Idade:

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guitarraelectrica

Guitarra Clássica/Eléctrica

Professor: Carlos Ribeiro  |  Naturalidade: Portuguesa  |  Idade:

Estudou no Instituto Gregoriano de Lisboa e no Hot Clube de Portugal. Fez a licenciatura em Ciências Musicais pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade Nova de Lisboa e está a concluir o mestrado em Ensino de Música na mesma instituição. Tem colaborado com vários grupos e músicos, de vários géneros musicais, nas áreas de arranjo, composição e interpretação ao vivo e em estúdio, e integra o projecto de Fernando Ferreira e os grupos Dumanota e Cabace.

 

Professor: António Cobra  |  Naturalidade: Portuguesa  |  Idade:

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violino

Violino

Professor: Ágnes Hartyani  |  Naturalidade: Húngara  |  Idade:

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frauta

Flauta Transversal

Professor: Isa Peixinho  |  Naturalidade: Portuguesa  |  Idade:

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canto

Canto

Professor: Tânia Viegas  |  Naturalidade: Portuguesa  |  Idade:

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bateria

Bateria

Professor: João Figueiredo  |  Naturalidade: Portuguesa  |  Idade:

Inícia os estudos musicais aos 5 anos onde começa por aprender piano, guitarra e baixo acompanhando sempre com a Formação Musical. Mais tarde inicia formação na área de Jazz e musica actual. Ao longo do seu percurso académico teve formação com vários nomes sonantes do mundo da música, sendo a sua maior influência o famoso músico de tablas, Ashish Shrivastava. Fez formação na área da Musica, na Musicland, na ETIC, no Conservatório das Caldas da Rainha e na ESAD, onde frequentou a licenciatura em Som e Imagem. Actualmente frequenta a ABRSM (Associated Board of Royal School of Music) na área de pedagogia musical. Frequentou também várias Masterclasses, com Thomas Lang, Greg Bissonette, Dom Famularo, Stephen Coker, Paul Caldwell, Paulo Lourenço, Gonçalo Lourenço.
Começa o seu percurso profissional aos 16 anos com alguns projectos de covers mas rapidamente passa a compor e a trabalhar em bandas de originais, onde tem participações como baterista nas seguintes bandas: Melodraw, Militrium, Thinline, Modus Operandis, Profusions, Mossy Fish, D-Tales, Sacracy of Blood, B#&C, My Alley e Shaleview.
Inicia-se na área da Formação de Música em 2009, onde começa por leccionar Bateria, Improvisação e Leitura Rítmica na Escola Guitar MusicStore, onde acumula o cargo de Coordenador Pedagógico, tendo escrito até 2010 oito livros de apoio ao ensino da música. Ao mesmo tempo lecciona Bateria na Academia de Música de Telheiras, na Escola de Música Semibreve, na Escola de Música da Culturgest, na Academia de Música da Malveira e no Centro de Estudos Músicais Intervalo 6. Em 2010 inicia um novo projecto – o CEM Intervalo 6 – onde tem o departamento de ritmo e jazz a seu cargo.

 

Informações

Preçário 2010/2011

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Horário de Funcionamento

A Academia funciona de 2ª feira a 6ª feira, das 09h às 20h e ao Sábado, das 09h às 13h.

Os horários das aulas de instrumento são marcados de acordo com a disponibilidade dos professores e alunos, por ordem de inscrição, dentro do horário de funcionamento da Academia.

Os horários das aulas de grupo são definidos no início de cada ano lectivo de acordo com as inscrições efectuadas.

 

Normas Internas da Academia

A Academia de Música de Telheiras possui um regulamento onde estão definidas as normas do seu funcionamento, bem como os direitos e deveres de toda a comunidade escolar: alunos, professores e encarregados de educação. Para consultar este documento deverá solicitar na Secretaria da Academia o código de acesso à área reservada deste website.

 

Calendário Lectivo 2010/2011

1º Período De 01 de Setembro a 23 de Dezembro de 2010
2º Período De 03 de Janeiro a 15 de Abril de 2011
3º Período De 26 de Abril a 29 de Julho de 2011

 

Galeria

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FAQ´s

Qual é o contributo da actividade musical no desenvolvimento da criança?

A música é única para os seres humanos e, como as outras artes, é tão básica como a linguagem para a existência e o desenvolvimento humanos. Através da música, as crianças aprendem a conhecer-se a si próprias, aos outros e à vida. E, o que é mais importante, através da música as crianças são mais capazes de desenvolver e sustentar a sua imaginação e criatividade. Dado que não se passa um dia sem que, duma forma ou doutra, as crianças não ouçam ou participem em música, é lhes vantajoso que a compreendam. Apenas então poderão aprender a apreciar, ouvir e participar na música que acham ser boa, e é através dessa percepção que a vida ganha mais sentido.

O que se pretende com as aulas de expressão musica para a 1ª Infância?

O objectivo das aulas de Orientação Musical para Crianças de 1ª Infância é ajudar os pais e profissionais do ensino pré-escolar a reconhecer a importância da música nas primeiras fases da infância, a descobrir como as crianças muito pequenas aprendem a compreender a música, a proporcionar oportunidades para as orientar na aprendizagem da música e a estabelecer a forma de melhor lhes ensinar música. A intenção não é a de preparar as crianças para virem a ser músicos profissionais ou que pais e professores identifiquem e fomentem génios musicais. Pretende-se, isso sim, explicar-lhes como poderão guiar informalmente as crianças para uma compreensão da música, à semelhança do que terão já feito em relação à compreensão da linguagem falada.

O que devo esperar por parte da criança?

As crianças em idade pré-escolar não devem ser ensinadas como se fossem jovens adultos ou mesmo crianças da pré-primária, nem se deve avaliar o desenvolvimento das suas capacidades musicais com base no que os adultos conseguem ou não fazer. As crianças pequenas aprendem tanto, ou talvez mais, por elas próprias e com as da mesma idade do que com os adultos. No entanto, se os adultos dedicarem o tempo necessário ao desenvolvimento musical das crianças pequenas e se não subestimarem a sua compreensão, elas virão a sentir-se mais à vontade com todos os tipos de música numa idade mais precoce e desenvolverão atitudes positivas em relação à música que persistirão ao longo da sua vida. Quando se tornarem adultos constituirão públicos mais apreciativos e poderão até ler uma partitura musical com a mesma facilidade com que lêem um jornal, uma revista ou um livro. No entanto, se eventualmente a música se tornar para a criança uma profissão, em vez de um passatempo, isso deverá ser considerado apenas como um benefício acrescido.

Mas como é que crianças de 1ª infância aprendem realmente música?

Considere-se a forma como as crianças aprendem uma língua. Enquanto recém-nascidos, ouvem falar uma língua à sua volta. O ideal será ler-lhes trechos antes mesmo de serem capazes de compreender o que lhes está a ser lido. Absorvem tudo o que ouvem e, em breve, começam a vocalizar sons imitando a fala, o que normalmente inclui sons em linguagem balbuciada que podem ser encontrados em vários idiomas. Por volta dos nove meses, a criança típica adquiriu a facilidade de articular com a língua os sons necessários para falar o idioma da sua cultura. Quando os adultos e irmãos falam individualmente com as crianças, oferecem-lhes orientação informal para formar palavras. Pouco tempo depois, as crianças "decifram o código" da língua da sua cultura e começam a imitar palavras autênticas. Usando estas palavras para comunicar com os outros, aprendem rapidamente a criar as suas próprias frases. Mais tarde aprendem a ler e escrever palavras e frases que ouviram e proferiram. Todo este processo de desenvolvimento sequencial dos quatro vocabulários - audição, fala, leitura e escrita, por esta ordem - inicia-se com o nascimento e continua até e após as crianças terem entrado na pré-primária ou no primeiro ano de escolaridade. A menos que um processo destes, que se desenvolve através da orientação informal estruturada e não-estruturada, ocorra cedo na vida, as crianças não terão a preparação necessária para tirar proveito da educação linguística formal. Para terem sucesso escolar, as crianças devem entrar na pré-primária ou no primeiro ano de escolaridade com, pelo menos, um vocabulário substancial de audição e fala. Além disso, têm toda a vantagem em serem informalmente orientadas no desenvolvimento de rudimentos de vocabulário de leitura e escrita em casa, antes de iniciarem a educação linguística formal na escola.

Em suma, embora a música seja uma literatura e não uma linguagem, as crianças aprendem música duma forma muito semelhante à que aprendem a língua. Para que as crianças desenvolvam a sua compreensão musical é necessário que tenham em casa, ou na creche/jardim infantil, uma orientação estruturada ou não estruturada, semelhante à proporcionada para as encorajar a iniciarem-se no balbucio da língua e continuarem o processo sequencial de aprendizagem da língua materna.

É possível compreender o discurso musical assim como compreendemos o discurso oral?

Considera-se, por exemplo, que, para que os professores ensinem com sucesso uma língua na escola, as crianças necessitam de ter adquirido capacidade e competência para começarem a falar individual e criativamente antes de entrarem para a escola. No entanto, no caso da música, a maior parte das crianças nunca teve oportunidade de executar ou criar individualmente antes de iniciar a sua educação formal e, após esta se ter iniciado, raramente lhes é oferecida ou permitida a oportunidade de executar ou criar música individualmente na aula. Essencialmente, a educação formal consiste em ensinar as crianças a cantar pedindo-lhes que repitam os sons que o professor, ou outras pessoas, produzem. Imagine-se, porém, o resultado que se obteria na aprendizagem duma língua se se pedisse às crianças que falassem só em grupo, repetindo o que o professor tivesse dito. Aprenderiam apenas a imitar o que os outros à sua volta estavam a dizer e, assim, não atribuiriam sentido ao que tinham dito. Poderiam eventualmente nunca chegar a construir por si próprias uma frase para exprimir os próprios pensamentos. Não se estranha, assim, que quando a música é ensinada da forma como é normalmente ensinada na escola, muitas crianças fiquem privadas da oportunidade de desenvolver uma compreensão da música e sejam simplesmente postas de lado por pais e professores como "não tendo talento".

Quando as crianças ingressam na pré-primária ou no primeiro ano de escolaridade, recebem aulas de língua durante uma parte considerável do dia escolar. Assim, pode-se responsabilizar o professor pelo desenvolvimento linguístico de cada criança, de acordo com um programa estabelecido. segundo as práticas normais, mantêm-se registos e a avaliação é precedida por alguns parâmetros de medição. Em contrapartida, as crianças recebem normalmente educação musical normalmente uma vez por semana ou, em casos raros, duas, durante um período de vinte a quarenta e cinco minutos. Dado que é inadequado este tempo consagrado à educação musical formal da música ou, mais correctamente, à necessária orientação informal compensatória, ainda que as crianças não estejam já em idade pré-escolar, e dado que não existe um programa sequencial de música geralmente aceite, as competências musicais que as crianças supostamente deveriam ter adquirido quando chegam ao segundo ano de escolaridade nunca são adquiridas, devido à sua formação deficiente. Os objectivos principais da maior parte dos programas formais de música nas escolas parecem ser o de entreter as crianças e, quando muito, oferecer-lhes uma explicação superficial da notação musical. Se as crianças se divertem, o programa está a ser bem sucedido, concluem muitas das administrações escolares e os pais. Convém lembrar, no entanto, que as crianças podem ter ainda mais prazer e profunda satisfação quando estão envolvidas em actividades que promovem a compreensão musical. O divertimento é temporário, mas uma compreensão da música acompanha uma pessoa através da vida.